domingo, 9 de novembro de 2014

Doodlebug, de um Nolan ainda novo, mas já sabido

 

Conhecer os primeiros trabalhos daquele artista do qual você é fã é um exercício sempre muito bacanudo. Ainda que o que ele tenha feito seja uma grande merda, é interessante ver sua evolução como artista e as habilidades desenvolvidas ao longo dos anos. Só pra deixar claro, este não é o caso de Christopher Nolan, que já fizera em Doodlebug uma estreia interessantíssima.

No curta-metragem de 1996, Chris (sim, ele assinou assim) roteirizou, dirigiu, foi diretor de fotografia, montou, tava na arte e tudo mais que é exigido de um cineasta iniciante. Ao seu lado, estavam, é claro, seu irmão Jonathan operando a câmera e outros que viriam a se tornar bons colaboradores de Nolan, como Emma Thomas e David Julyan.

Doodlebug é bem curtinho, então nem vale a pena discorrer sobre sua trama. Vale apenas ressaltar algumas características que viriam a ser melhor trabalhadas em alguns longas de Nolan, como a fotografia em P&B (Following e Amnésia), a existência de diferentes camadas (A Origem) e até um pouco da atmosfera pesada engendrada pela música (Insônia). Enfim, não deixe de ver.

 
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