segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Primeiras impressões sobre Super Smash Bros. (3DS)

 
Super Smash Bros. é o tipo de jogo que alguns podem ter um pouco de receio antes de jogar, outros estão muito animados para o lançamento e uma pequena minoria está de saco cheio da franquia. O veredito? Todos acabam jogando e se divertindo muito, ao ponto que até mesmo os sonystas/caixistas/pczistas mais chatos se espremem no sofá daquele fã da Nintendo para poder surrar a cara do personagem do amiguinho.

Acontece, meus amigos, que, pela primeira vez na história da violenta série, SMB terá uma versão portátil. Quarta entrada da franquia, Super Smash Bros. for Nintendo 3DS chegará às prateleiras ocidentais no dia 03 do mês que vem. Enquanto a esperada data não chega, a Nintendo liberou a demo do título na eShop. O que podemos dizer? Puta que pariu.


Eu duvido que, há poucos meses, alguém diria que este jogo seria bom. “Logo aquela coisa frenética em uma tela pequena? Só você jogando ali? Ah, por favor.” Sim, eu fui um desses. E a primeira vez que joguei o título estranhei deveras. Mas bastou que escolhesse Link, meu personagem favorito, para que o título abrisse os horizontes da série e esmagasse o preconceito assim como pretendo fazer com os inimigos quando puder controlar o Charizard.

Fácil de jogar e tranquilo para se acostumar, SMB de 3DS só estranha nos primeiros segundos. Pra
falar a verdade tudo que conhecemos e gostamos em SMB está lá! Aquela loucura total das lutas, as traquinarias usáveis espalhadas pelo cenário, a imprevisibilidade de cada partida, etc. Desta vez, você pode levar isso tudo para onde você quiser. É ou não é muito legal?

Mas não é só de reaproveitar o que deu certo no passado que vive Super Smash Bros, ou pelo menos sua demo. Como dita a principal tecnologia referente ao 3DS (o 3D, dã), o jogo é todo desenhado para funcionar harmonicamente com o efeito. Por que harmonicamente? Pelo fato de ele não colocar, a todo momento, aquela maluquice foda das lutas em 3D. Até porque seria uma dor de cabeça já nos primeiros 2 segundos. Assim sendo, o efeito tridimensional aparece nas surpresas provocadas pelos poderes e em outras situações muito bacanudas. Seria sacanagem sair aqui listando.

Com um gameplay viciante e que conta com um fator replay fora do comum, Super Smash Bros. faz o necessário para que você não se sinta sozinho jogando sem mais ninguém (mesmo que esta seja a realidade). Não sei se é algo da versão portátil, mas senti que houve um trabalho muito grande se tratando do singleplayer. O que antes era chato e batia até aquela tristeza de não ter amigos/controles suficientes, agora se torna divertidíssimo graças a diversidade de ferramentas e modos acrescentados. Obs.: Ainda quero jogar com mais pessoas, para que fique claro.

Das 30 vezes que posso usar a demo eu acho que ainda sobram umas 28. “Porra, você nem jogou então”. De tanto medo dessa contagem chegar ao zero, joguei ininterruptamente nas vezes que botei a demo pra executar. Meu analógico ainda não estragou, mas posso dizer que meus dedos já estão um tanto doloridos depois de dar tanta porrada com Link. Nintendo, eu sei que você não nos decepcionará, então eu só peço uma coisa: traga logo essa maravilha pra cá!
 
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