segunda-feira, 9 de junho de 2014

5 motivos para ver Arrested Development

 
Essa é a história de uma família rica que perdeu tudo. E de um único filho que não teve outra escolha a não ser mantê-los unidos. É Arrested Development.


#5. Absurdidade

Não sei de vocês, mas situações absurdas costumam me levar a hilariantes momentos. Ás vezes, é muito mais engraçado ver o rumo nonsense que alguma coisa toma do que assistir às videocacetadas ou pegadinhas da vida. “Arrested Development” sabe muito bem como conduzir e, principalmente, preparar o espectador para situações ridículas. Mitchell Hurwitz, seu criador, deu uma proposta ao seriado que seus roteiristas e diretores entenderam perfeitamente ao longo dos anos.

Dito isso, é importante salientar que grande parte dos momentos da série é construído com base neste tipo de humor. Quem gosta do estilo amará logo de cara, quem desgosta tem a chance de se apaixonar cedo ou tarde. Tobias, um dos personagens centrais da trama, acompanha essa transformação absurda e na terceira temporada já é significado da palavra nonsense.

#4. Cadê as risadas da plateia?


Como você deve ter percebido, “AD” é o tipo de sitcom diferente das quais estamos acostumados a encontrar. Sem risadas de fundo ou bordões repetidos aqui e ali, os episódios caminham para um lado mais irreverente da coisa. Até mesmo a possibilidade de que as cenas ali estejam sendo, de fato, filmadas é motivo de brincadeira. Este tom metalinguístico resolve dar as caras em alguns momentos e, por isso, é bom ficar esperto para não perde-los.

#3. Vergonha alheia

Michael Scott já te fez passar por uma profunda vontade de se esconder embaixo da cama e nunca mais aparecer? Muito comum em The Office (série que merece seu texto próprio), a vergonha alheia também aparece bastante por aqui. Os acontecimentos podem até nem ter graça, mas as circunstâncias em que estão inseridos fazem com que você repita a cena abaixo – e sim, ela está presente em algum episódio que não me recordo o nome.


#2. Tobias

Disparadamente o melhor personagem da série, Tobias Fünke é um psiquiatra que seu real sonho é ser um ator profissional. Algo de errado? Não se sua vida não fosse tão avacalhada e absurda.


Muito bem interpretado por David Cross, Tobias é a antítese de sua própria especialidade. Um psiquiatra com tantos problemas como ele deveria estar do outro lado de suas sessões de terapia, o que nos facilita a entender o motivo de ter machucado um rapaz num centro de reabilitação psiquiátrica. As atitudes e aventuras diárias de Funke são a cereja no bolo, se não a própria massa, de Arrested Development.

#1. Última temporada

Por fim, mais um momento em que puxo o saco da Netflix. Após o serviço ter anunciado que tiraria a série de seu túmulo e a renovaria por mais uma temporada, muitos ficaram felizes com o retorno e, ao final, grande parte se decepcionou. Diferente dos anos anteriores, esta quarta temporada trouxe mudanças que poucos esperavam, pois inverteu os valores anteriores e fez com que cada um tivesse sua real frustração.

Dez anos após o cancelamento do seriado, é quase impossível reunir todo o elenco original por mais quinze episódios. O que foi feito, na verdade, trata-se de uma cena envolvendo todos eles, mas dividida e vista de pontos diferentes ao longo da temporada. Inteligente? Com certeza, ainda mais a forma como estas histórias se encaixam com os plots de cada personagem e formam algo muito coerente e coeso.

Não está convencido? Que pena, você nunca verá um mágico tão bom quanto Gob...

 
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