segunda-feira, 21 de abril de 2014

5 motivos para jogar The Last of Us

 

Um dos jogos mais elogiados do ano passado desenvolvido pela produtora de maior prestígio da Sony. Isso não faz com seja um bom jogo, mas já chamou sua atenção que eu sei...

#5. Infectados? Nem tanto

Uma boa ficção não hesita em colocar inovações tecnológicas ou seres sobrenaturais em segundo plano, esta se encontra muito mais preocupada em trabalhar as minúcias. E assim é “The Last of Us”. Esqueça os infectados, eles te atormentarão por toda a jornada e muito provavelmente tirarão sua vida, mas são o pretexto necessário para que o jogo seja sobre seres humanos.

Joel não apenas sofre uma perda incomensurável, como também não possui mais a sensibilidade que um dia já pautou suas decisões. E em meio ao inferno que já o deixou frio, Ellie surge como um incômodo encosto que aos poucos se torna o novo tesouro a ser protegido pelo personagem. Uma das relações mais bonitas e verdadeiras que o videogame já proporcionou.

#4. À lá Uncharted


Desenvolvido pela Naughty Dog, não é a toa que o jogo possui muitas das características dos títulos de Nathan Drake. E é se apoiando nos acertos anteriores e melhorando aspectos primordiais que o gameplay se mostra uma das melhores coisas do título. A imersão ultrapassa as linhas do roteiro quando a jogabilidade passa a ser precisa e inteligente.

#3. Beleza na desgraça

O ambiente de “The Last of Us” é dos mais hostis. Isso faz com que o jogo seja, mesmo que com bons gráficos, visualmente feio, certo? Se você é capaz de fazer uma afirmação deste tipo, sinto dizer que ainda há muito a aprender sobre o conceito de belo. Veja a imagem de logo abaixo.


O level design não se repete com facilidade e a luz tem papel primordial na caracterização dos cenários. Em um lindíssimo plano, há uma clara referência à “Jurassic Park” e o jogo apresenta a versatilidade de seus desenvolvedores. As imagens e vídeos aqui apresentados apenas ilustram o que pretendo dizer, jogar é ter a experiência que pouco consigo traduzir em palavras.

#2. O som da agonia

Apesar de “The Last of Us” ter tido uma excelente dublagem por aqui, a mixagem brasileira foi uma das piores. Por isso, recomendo colocar no idioma original. Seja no menor dos ruídos ou nos massacrantes sons dos Estaladores, é importante que o som seja limpo e preciso. Coisa que te fará ter calafrios nunca antes imaginados ao pegar um mero joystick de um console.

Já a trilha não só dá o tom certo para a narrativa se desenvolver, como me auxiliou bastante como música de fundo para este texto. Ao escutá-la de cabo a rabo recordo-me dos angustiantes momentos jogados ao lado de Ellie e Joel. Como eu sinto saudade desses dois.

#1. “Eu juro”

Quando eu estava vendo Lost, um amigo não parava de me falar as últimas frases ditas ao final de cada temporada. Aquilo me contorcia de uma forma que eu imaginava o que poderia acontecer com aquilo sendo dito. No final das contas, nada do que eu havia pensado de fato se concretizava e esta se tornou uma brincadeira curiosa até que eu terminasse a série.


A última fala foi revelada para que a brincadeira possa continuar e que isso te dê uma energia para jogar "The Last of Us". O final é algo digno e não se enche de informações ou reviravoltas como muitos esperavam. Quem não gostou muito pode se contentar com algum CoD da vida...
 
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